E aquela umidade chuviscosa que refrescava a gente andando debaixo de um intenso calor. Depois veio Paracas. As Ilhas Ballestras tão bem povoada só por focas e leões marinhos. 
Estrangeiros por toda parte. E os 20 dólares perdidos. Depois veio Ica, e o deserto alucinante. Por cinco minutos, depois de esquiar na areia montanhosa, fiquei absolutamente só.
Se o buggy não voltasse eu ficava lá e morria. Mas acho que até morria bem. Lá no meio, - mais pra beira na verdade - um oásis e uma piscina gosmenta que a gente entrou sem titubear.
Éramos crianças sem pais pra viagiar! Isso sem falar nas bodegas. Disso Nem vou comentar...
E aí 16 ou 18 horas num ônibus que fazia curvas sem parar. Kamille passando mal já se acertando com a altitude do lugar. E que lugar vou dizer. Já na estrada, - rapaz, vou te contar. Vai um dia e presta atenção. Cada ônibus uma experiência ímpar. E a paisagem que eu nem sabia pra que lado olhar. Com sorte a gente foi fondo, conforme a conjugação inventada por Garrincha. Chegamos no 2.700 metros de altitude de Cuzco, acabadas. Mas tudo acabava de começar.
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