
O silêncio é música em estado de gravidez, disse certa vez, o Mia Couto, escritor moçambicano, já mencionado em alguma postagem anterior. Nesse silêncio escuto tão somente a voz da natureza. A de dentro e a de fora. Seja som de vento ou de buzina. O vento é natureza infinita, a buzina é natureza humana. Natureza humana que quando viva, dentro, há uma chama. Uma chama que chama. Um xamã. Um shhh... lenço.
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